O Bicho papão vai-te comer se não te portares bem!

O Bicho papão vai-te comer se não te portares bem!

O Bicho papão vai-te comer se não te portares bem!

O Bicho-papão é uma figura imaginária que todos nós já ouvimos falar durante a nossa infância. Quantos de nós quando se portava mal não ficava à procura que aparecesse este monstro terrível? Nos dias de hoje, esta é ainda uma das formas usadas pelos pais para assustar uma criança. O objectivo é que a criança associe esse monstro fictício à sua desobediência ou comportamento inadequado.

Segundo a tradição popular, o bicho-papão esconde-se algures no quarto das crianças mal comportadas. Pode ser nos armários, nas gavetas ou debaixo da cama, apenas para as assustar a meio da noite. Quando uma criança faz algo errado deve pedir desculpas, caso contrário, segundo a lenda, receberá uma visita do bicho-papão.

Ora estas lendas podem ser prejudiciais para as crianças, particularmente nas mais novas. As crianças estão a conhecer o seu mundo e possuem uma imaginação bastante fértil, logo acreditam facilmente nestas histórias podendo acabar por se tornar bastante assustadoras para si.

Será que se deve usar esta estratégia na hora de dormir, quando a criança não quer comer ou quando se porta mal?

Este tipo de estratégias usadas pelos pais, avós ou outros cuidadores que estejam com as crianças devem ser evitadas. É mais adequado ensinar a criança sobre consequências dos seus comportamentos do que criar medos baseados em mentiras. Estas histórias podem desencadear outros problemas como pesadelos, medo de dormir sozinho ou inclusive do escuro. Deverá explicar, quando a criança tiver idade de entender, qual o comportamento adequado perante uma determinada situação, evitando recorrer a este monstro que a vai castigar pelos comportamentos incorretos.

Os resultados serão igualmente úteis, e com menores consequências a terem que ser lidadas um dia mais tarde.

 

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A Psicologia da Educação é mais do que uma profissão para mim, é uma paixão, que me acompanha desde cedo. A psicologia foi sempre a minha única opção.

Em todo o processo de intervenção trabalho sempre com os pais, professores e a criança. Para mim faz-me todo o sentido. Juntos somos uma Equipa mais forte que permitirá à criança ser o melhor que puder.

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