Nós somos as mães dos homens de amanhã: educar para a igualdade de género

Nós somos as mães dos homens de amanhã: educar para a igualdade de género

Nós somos as mães dos homens de amanhã: educar para a igualdade de género

Criamos hoje os homens de amanhã. É uma realidade. Será que estamos a criar os homens de amanhã na igualdade de género? Fica a reflexão e algumas notas de ação.

Em primeiro lugar, é necessário compreender que o maior princípio de igualdade é que se trata de forma igual o que é igual e diferente o que é diferente. Pode parecer óbvio mas nem sempre é claro na educação das nossas crianças.

As diferenças de género são inquestionavelmente saudáveis e naturais. Não podem é ser motivo de discriminação. Ora o combate à discriminação de género começa em nossa casa:

Exemplo

Se o pai nunca lava a louça e mãe nunca leva o carro à oficina, é difícil induzir atitudes de igualdade. O exemplo familiar é que mais influência tem na aprendizagem das crianças. Por isso, não adianta falar se não se praticar.

 

Tarefas iguais para meninos e meninas

  • É simples: meninos e meninas ajudam na cozinha; meninos e meninas jogam futebol.

Libertar as brincadeiras

  • Não é por uma menina brincar com carros que vai diminuir a sua feminilidade! Não é porque o menino gosta de brincar na casinha que vai diminuir a sua masculinidade!

Combater o preconceito

  • O combate ao preconceito e ao estereótipo tem que ser feito no momento: é o azul para o menino e o rosa para a menina. É a boneca e a bola. É o carro e a cozinha. Porque não verde, amarelo e laranja para todos? E bonecas, bolas, cozinhas, carros, camiões, legos, bicicletas!

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14 thoughts on “Nós somos as mães dos homens de amanhã: educar para a igualdade de género
  1. Isso que estão a falar (e a querer “impingir” na mentalidade das pessoas…), não é IGUALDADE do GÉNERO, é COMPLEMENTARIEDADE. Porque NUNCA um Homem é IGUAL a uma Mulher: AS SUAS FUNÇÕES (FISIOLÓGICAS E PSICOLÓGICAS) DEPENDEM DA ANATOMIA, NÃO DA EDUCAÇÃO. ESTÁ A FALAR-SE DA DEPRESSÃO DAS CRIANÇAS (QUE SERÃO OS ADULTOS AMANHÃ): quase logo ao nascer, a Mãe é-lhes arrancada da própria vida e são logo entregues a Educadores anónimos. Os senhores Psicólogos não percebem que o futuro da vida da Pessoa é alicerçado nos primeiros cinco anos de Vida? E não sabem da ligação, não só fisiológica mas também afectiva, da criança com a Mãe desde o primeiro momento da gestação? Por isso, temos jovens e adultos com depressão, com desvios afectivos, com traumas emocionais, etc……. As tarefas caseiras não são as mais importantes: são as FUNÇÕES DE MÃE E DE PAI (QUE NÃO SÃO IGUAIS) QUE VÃO CONSTRUIR O HOMEM E A MULHER DE AMANHÃ. E não sabem que a amamentação materna não é só alimentar a criança mas é CRIAR LAÇOS AFECTIVOS DURADOUROS QUE CONSTROEM A PERSONALIDADE? Não destruam a FAMÍLIA com essa teoria de Igualdade de Género, se querem ter ADULTOS MADUROS, EQUILIBRADOS, RESPONSÁVEIS DOS SEUS DEVERES DE CIDADÃOS!

  2. Igualdade de gêneros é conversa fiada!
    Cada gênero deve assumir naturalmente o seu papel.
    Sem imposições e ensinamentos que venham distorcer o comportamento de cada um.

    Menino é azul assim como menina é rosa, simples assim.

  3. Maria Cecilia, infelizmente no Brasil, a “familia tradicional” ainda tem muito preconceito em relação a gênero, o que torna um pouco mais difícil a criação mais aberta e com discussoes sobre o tema (OK fazer isso em casa, mas se tivéssemos mais espaços pra discutir isso em sociedade seria melhor!), porém com um passo de cada vez, nós vamos conseguir que seja natural tds fazendo tudo e ninguém estranhando. Na casa da minha mae tem bonecas e carrinho, as vezes ta lá, minha filha com os carrinhos e meu sobrinho com as bonecas, tao natural, lindo de ver

  4. Maria Celia RUIZ de Souza diz:

    Vejo com grande satisfação a maneira de pensar dessa geração ,sem preconceito,hoje podemos falar das diferenças ,sem ser recriminados,antigamente havia uma sociedade hipócrita ,regida pela moral e os bons costumes ,ainda bem que hoje as coisas são mais democráticas , essa é minha opinião

    M. Celia R.Souza

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