O que todos queremos é que os nossos filhos sejam felizes, agora e sempre. Todos tentamos criar crianças mais felizes

Crianças felizes

7 segredos para criar crianças mais felizes

7 segredos para criar crianças mais felizes

Todos os pais sabem o que querem para os filhos. Ou pelo menos assumem que sabem e acreditam que estão a educá-los e, prepará-los para o futuro de forma a atingirem os objectivos planeados. Mas já pensou verdadeiramente nesta questão?

Não assuma que sabe a resposta. Faça um exercício simples, passe um dia a pensar na pergunta: O que é que eu realmente quero para os meus filhos?
Há dias que queremos apenas que arrumem os quartos, façam os trabalhos de casa, e que durmam uma boa noite de sono. Noutros, delineamos planos bem definidos e começamos a construir o que consideramos ser os primeiros alicerces dos seus castelos.

Mas a verdade é que a resposta é simples, e unânime:

O que todos queremos é que os nossos filhos sejam felizes, agora e sempre. Todos tentamos criar crianças mais felizes.

A felicidade é o bem mais procurado do mundo, e não se alcança nem se compra. A felicidade cria-se.
Aqui estão 8 dicas que, aplicadas com paciência e flexibilidade, vão ajudá-lo a traçar o caminho para a felicidade do seu filho:

1. Seja “O” exemplo a seguir

A melhor maneira de ensinar o caminho da felicidade ao seu filho, é mostrar-lhe que é uma pessoa feliz. Ele vai-se tornar na pessoa que vê: as crianças aprendem por observação e imitação, e não fazem aquilo que lhes dizemos, mas sim aquilo que fazemos.  Daí a expressão “Pais felizes, crianças felizes”.

2. Ofereça-lhe tempo

Para os nossos filhos o sinónimo de felicidade somos nós, os pais. Ofereça-lhe o seu tempo e brinque com ele. Passarem tempo de qualidade juntos vai ajudá-lo a desenvolver auto-estima e a confiança. Vão criar laços que se tornarão nas memórias mais ricas do seu filho, e também nas suas.

Os adolescentes, por outro lado, querem coisas: dê-lhes tempo na mesma. Eles não sabem, mas é o que precisam.

Crianças felizes

3. Ensine-o a ser grato

Dizer obrigado, é mais do que ser bem-educado. É ser grato pelo que temos. Podemos ajudá-los a ver o copo meio cheio em vez de meio vazio. Ensine-os a serem felizes com o que têm, em vez de ficarem tristes com o que não têm.

4. Deixe-o desenvolver os seus talentos sozinho

As pessoas felizes dominam uma habilidade. Ao dar as primeiras pedaladas na bicicleta, o seu filho aprende a cair e levantar-se tantas vezes que chega a ficar frustrado, isso vai ensinar-lhe a ser persistente e a ter força de vontade. Quando finalmente conseguir andar de bicicleta, vai sentir o sabor da vitória, fruto dos seus próprios esforços.

Ninguém é feliz todos os minutos da sua vida. As crianças precisam de aprender a tolerar a angústia e a infelicidade. O nosso papel é ensiná-los a caminhar, e não carrega-los ao colo o resto da vida.

crianças felizes

5. Deixe-o fazer escolhas

As crianças têm muito pouco controle sobre suas vidas. Nós decidimos tudo para o seu dia a dia, muitas vezes sem questionar quais seriam as suas escolhas. O poder de escolha ensina-os a tomar decisões. Deixe-o escolher a roupa, ou o menu de jantar uma noite por semana. Dê-lhe a oportunidade de tomar pequenas decisões. A sensação de controle vai fazê-lo feliz.

6. Diga “não”

O mundo vai fechar muitas portas na cara do seu filho. Mais do que possa imaginar. Se quer que ele seja feliz, habitue-o a ouvir “não” quando está em casa rodeado de pessoas que o amam.
E o resto do mundo agradece por não ter de lidar com a birra “disseram-me não pela primeira vez” do seu filho.

7. Deixe-o exprimir emoções

É importante permitir que o seu filho seja infeliz de vez em quando. As crianças precisam saber que não há problema em estar triste, e que às vezes, faz parte da vida. Ajude-o a exteriorizar e reconhecer os seus sentimentos. Eles precisam de sentir o nosso apoio nessas alturas. Abrace-o, ele vai sentir que o compreende.

Birra

8. Ame o seu filho incondicionalmente

As crianças fazem asneiras. O seu filho está aos saltos, no sofá e já o mandou parar várias vezes. Ele continua, até que o pai ou a mãe se zangam à séria e gritam o ultimato “É a última vez que aviso…” Ele pára de saltar e começa a chorar. As crianças aprendem através da experimentação/erro, e eles precisam de correr riscos. Mostre-lhe que há consequências, mas que os pais o amam na mesma.

Tornam-se crianças mais seguras e confiantes e aprendem que as pessoas erram, mas há sempre uma oportunidade para corrigir os erros. Porque “errar é humano”.

Quando as crianças sabem que os pais estão SEMPRE ao seu lado, para o melhor e para o pior, tornam-se crianças mais felizes.

Crianças felizes

 

 

fontes ideia geral texto aqui, dicas aqui e aqui
Imagens@net

40 thoughts on “7 segredos para criar crianças mais felizes
  1. Não somos Robô pra pensar e agir da mesma forma ,mais sim humanos falhos e nunca perfeitos ,li muitas idiotice e muita verdade ,ele deu a opinião dele é o resto só fez debater negativamente ,podendo ter ajudado cada um com sua forma de educar e assim o conjunto passar alguma experiência para alguém que busca ajuda através da opinião publica . (aqui)

  2. Hahahahaha… Ainda bem que existem pessoas tão perfeitas, que tiveram pais perfeitos, que também são pais perfeitos, resumindo o que escreveu só o senhor criou laços e soube dizer não, porque todos os outros pais actualmente não sabem fazer isso. Parabéns para si… podia até dizer que gostava de ser como o senhor, mas não, adoro ser imperfeita, sim porque apesar de criar laços e dizer não, não generalizo nem pais nem mães, nem sou mais que ninguém, ainda bem que o seu ego é do tamanho do mundo… eu sou simplesmente uma mãe imperfeita… 😉

  3. Obrigada!!! 🙂
    Quando as pessoas são negativas.. não vale a pena ir contra isso.. Eu ainda tento “acordar” essas pessoas, para o tão negativo que são, com esses comentários tão tristes, comparado com o que se escreveu… Mas, chega-se ao ponto de me mandarem ir brincar com o meu filho.. como se tivesse alguma coisa com isso.. como se me conhecesse de algum lado.. para me tratar, até, por tu..
    Enfim!!!!
    O Sr. Vitor Ramires.. é que podia dar-me um apoio.. também!!! 🙂
    Eu.. aqui a defendê-lo.. e ele ainda não me disse um obrigado!!! 🙂
    (estou a brincar..)
    Beijinhos para todos!! E sejam felizes!!!
    Não se esqueçam que os nossos filhos são aquilo que nós somos!!!

    1. Filipa, não consigo ver negatividade em ninguém além de em si. Todos submeteram as suas opiniões, e inclusive concordo que os pais passam demasiado tempo no computador em vez de brincarem com os filhos ou tratarem da própria vida.
      O que o Sr. Vitor disse é a sua forma de encarar a realidade paternal é obviamente uma pura opinião baseada na vivência dele. Deixa claro que sente um estupido orgulho por os filhos o terem preferido em vez da mãe. Enoja-me tanto a leitura do que foi dito como da forma como escreveu. Ainda “ganhei” algum tempo para “decifrar” aquele texto arrogante.
      Também eu sou mãe de uma menina adolescente, que ama a mãe e o pai. E porque nós apenas queremos o seu bem estar e felicidade decidimos partilhar a custódia, obviamente sob concordância da interessada, que nunca ouviu um NÃO na vida. Houveram palavras PROIBIDAS na educação da minha filha, substituídas por explicações, de muito diálogo e sorrisos, assim como de tempo partilhado. Hoje, e como é óbvio, tenho muita admiração pelo ser humano em que se tornou, não só pelo seu bom carácter, assertividade, capacidade de solucionar situações (problemas é outra palavra proibida, que só faz sentido em matemática, física e quimíca…), além de sempre ter atingido resultados académicos de excelência e recebido todas as medalhas e homenagens possíveis.
      Ou seja, todos adoramos vingar como bons pais, mas não há receitas porque todas as crianças são diferentes e com necessidades particulares, bastando ouvi-las e SENTI-LAS emocionalmente. Estar presente e dizer-lhe que a apoiava em todas as decisões tornou a minha filha mais confiante,mais responsável, mais feliz. Discutir com ela os assuntos carentes de decisões, partilhando pontos fortes e fracos, confere a possibilidade de aprendermos uma com a outra e sabermos os motivos que levam aos pensamentos atuais.
      Não fui uma mãe perfeita, mas em colaboração com o pai, acho que somos perfeitos para a nossa filha, porque embora nos tenhamos separado há mais de 10 anos, quando a minha filhota tinha 5 anos, ela sempre encontrou em nós os dois os melhores amigos, nunca sentiu que tinha de escolher nenhum, nunca sentiu que era moeda de troca (porque eu não preciso de receber dinheiro para a criar), nem nunca nos ouviu discutir por motivo algum e, sabe, aliás, sente o nosso orgulho de sermos seus pais, e sempre que estamos juntos, os três, conversamos sobre ela… Eu sou muito feliz, e tal como muitos pais digo que tentei fazer o meu papel o melhor que sei, sempre visando a felicidade da minha filha. Muitas vezes lhe disse: SOU FELIZ QUANDO ESTÁS FELIZ 🙂 … QUERES IR ANDAR DE BICICLETA NA RUA COMIGO, FILHOTA, EU IA ADORAR! E TU?

  4. blablabla wiscas saquetas…. o tempo k perdem aki a escrever é impressionante… levanta o rabo e vai masé brincar com o teu filho =)

    tanto temo livre……

    1. Como eu adorava q neste momento eles ainda quisessem brincar ….. sou segunda opcao… estao na idade deles se e que sabe o que e isso !!!!! Tao bom ver q ja nao sao dependentes e que o cordao se vai cortando !!!!!! chama se crescimento !!!!

  5. Sim Sra. Anabela..
    Comento comentários de outros comentários.. por ter achado preocupante e triste (como já referi atrás) a quantidade de pessoas que só falaram do português do senhor.., sem comentarem o comentário propriamente dito do Sr. Vitor..
    E como também deve ter reparado.. elogiei muito o comentário do Sr. Vitor.. porque, de facto, um pai preocupado com os filhos.. e fazer dos seus filhos, a sua prioridade.. é algo que sim, deve ser comentado e elogiado a 100%…
    O português.. é supérfluo.. comparado com o que ele escreveu.
    Na minha opinião, é claro!!!!
    Muito Obrigada.

    1. A forma, por vezes, ofusca o conteúdo…. Realmente o que escreveu foi bonito, mas assim….que cansativo! E estes aspetos também são importantes na educação… ou não?

  6. Não acho normal é as pessoas só comentarem sobre a escrita do Sr. Vitor… em vez de comentarem este post.. que tão interessante é…
    Enfim…

    1. josé oliveira diz:

      Realmente partilho da sua opinião o português não é muito construtivo é mais destrutivo é o vota abaixo por isso é uma sociedade mediocre que se preocupa mais em ver qual a pessoa mais inútil que irá escolher como governante por isso chegamos onde chegamos e essas caracteristicas estão espalmadas em alguns comentários aqui, enfim triste povo só tem o que merece, a maior parte, quanto ao sr. Vitor acho que sim que é de louvar o seu esforço eu faço um esforço para ver o copo meio cheio…, a sociedade portuguesa e digo portuguesa porque é aquela onde estou inserido, precisa de gente com principios e educação, muita educação…

      1. Ora grande verdade.. Sr. José Oliveira..
        A quantidade de pessoas que só comenta o k em vez do q…. em vez de lerem o que o Sr. Vitor escreveu.. que é tão de louvar……….. é algo que a mim me assusta como portuguesa.. Tenho quase 37 anos.. tenho um bebé de 2 anos e meio.. e assusta-me viver neste mundo português.. que é tão de baixo nível.. tão destrutivo.. tão negativo..

        Repito.. o que o Sr. Vitor escreveu.. foi tão bonito.. foi tão bonito.. foi tão de elogiar.. e o que as pessoas comentam é pegar no modo como o escreveu………. é algo completamente assustador… (para não dizer outros termos mais radicais)

  7. Manuela Taborda Rocha diz:

    Olá a todos os que participam neste “forum”. Não vou alongar-me em extensas considerações. Apenas me veio à ideia que, quando a minha filha mais velha fez 18 anos (tinha eu quarenta anos), a minha mãe me perguntou: “Não te admiras por ter já uma filha de 18 anos?” A minha resposta foi curta mas verdadeira: “Não, porque cresci com ela”!
    Agora, passados muitos anos, com três filhos e onze netos, posso dizer que, ao analisar o passado, não me recordo que tenha tido receitas muito especiais para educar os meus filhos. Embora tivesse trabalhado (e muito) enquanto eles eram crianças e jovens, o meu mote foi sempre dar aos filhos o meu escasso tempo em “qualidade”, muito amor e compreensão. O diálogo era uma coisa natural. A hora do jantar era o “ponto alto” do nosso dia. Durante a refeição cada um contava naturalmente as suas peripécias, desventuras ou vitórias de cada dia! Era uma alegria! Assim é mais fácil “crescer” com os nossos filhos em que se desenvolve um espírito de cumplicidade muito forte. No fundo, acho que o mais importante é que cada criança se sinta intrinsecamente feliz porque sente o apoio incondicional da família que a rodeia. Afinal, uma criança feliz tem grande probabilidades de se tornar num adulto feliz e isso é a parte boa da “história”. Gostei muito deste tema e acho que nunca é demais o que se possa fazer pelos nossos filhos: o seu futuro, como pessoas, acaba por estar nas nossas mãos! “Filho és, Pai serás, assim como fizeres assim acharás”.

  8. Sr Vítor Ramires,Sr escreve já com o novo acordo ortográfico?
    Não conheço esse! Desculpa com K?Criticam com K???Meu Deus
    …….

  9. adelaide hortas nao partilho do k disse… Kuando os meus filhos nasceram tornaram-se o centro das minhas prioridades e para o k vivo… Tudo e mais algumas koisas k ai nao foram deskritas as pratiko o k me tera valido a eskolha d ambos em viver komigo depois da separacao… Sou pai solteiro d 2 adoloscentes do kual me orgulho imenso… Pela empatia, lacos, principios e valores kriados ate hj… O mal e k o papel se inverteu kom a tao propalada emancipacao da mulher… Kom a mesma as mulheres perderam muito o instituto maternal k existiu na minha geracao e k me fez ser kem sou… Obviamente k nao kolokarei tudo resumido a isso pois seria irreal e nao estaria a ser justo… Mas rekordo-me d ter sido edukado e kriado pela minha mae tendo na imagem do meu pai k saia para trabalhar um traco bem mais autoritario e disciplinador… A mae era o karinho, amor, tempo e mtas vezes o enkobrimento ao pai das diabruras k faziamos… E kom isso lacos se kriavam… E precisamente disso k falo… Hj nao existem lacos… Os Pais nao konhecem os filhos… No fundo sao estranhos k habitam a mesma kasa… Um afastamento k se paga karo infelizmente… Sem duvida k os nossos filhos sao um kopia nossa e se nos somos vazios e insipidos preokupados so nos nossos problemas o k vc acha k eles se tornaram… Eu assumi desde o 1o dia do nascimento dos meus filhos a minha verdadeira profissao e vokacao… Eu sou pai 100% e dps vem o resto… Eles sao o centro e tudo gira em torno deles… Kom mta disciplina, respeito, humildade a mistura… Partilhando dos ideais ali eskritos posso lhe dizer k a 1a palavra k eles konheceram no vokabulario deles foi precisamente o NAO… 😉 e foram konkistando o direito ao sim aos poukos… O OBRIGADO possivelmente tera sido a 2a palavra repartida kom o DESKULPA… D uma forma simples e em torno destas 3 palavras edukei-os kom valores e principios tendo komo base a humildade, respeito e disciplina, essenciais a formacao d um bom karacter… Infelizmente estes novos pais sao vazios desses principios komo podem eles ser o exemplo… E pena… Pk dps kritikam komportamentos kuando na realidade foram eles k falharam… Ser pai e um emprego a fulltime e nao um kaprixo amiga… 😉

    1. O senhor escreveu bem, mas se o tivesse feito em português seria muito melhor, espero que não tenha ensinado os seus filhos a escrever com kk, ou pior, que não tenha aprendido isso com eles porque é mau ser conivente com essa escrita!! cumprimentos e felicidades para si e para os seus filhos

      1. Adelina Santos diz:

        Não se importe com os KK, mas sim com a felicidade dos seus filhos, tudo muda no Mundo, a mais brutal, é escrever à brasileira, verdade? Talvez concorde com a mudança, eu não, sou PORTUGUESA.

    2. Adorei a sua resposta.. 🙂 Vitor Ramires!! E é assim que também penso!!!!
      Acima de tudo, temos de saber dizer não..e ao mesmo tempo, darmos carinho e mto amor!!! A palavra NÃO é talvez a palavra mais importante no dicionário infantil de uma criança. Elas têm de saber ouvir o não..e respeitar!!!
      Falam que eu não sei o que é ter um filhote.. porque tenho um anjo em casa.. (tem dois anos e meio..)! É claro que ele já nasceu com o seu feitio.. mas não tenho qualquer dúvidas que, se ele é o que é.. super feliz.. e sempre bem disposto.. é porque é o que incutimos no nosso dia-a-dia!!! Dizemos muitas vezes Não.. DAMOS muito muito AMOR.. e a nossa PRIORIDADE sempre é o nosso filhote… Ele sente isto mesmo… e acaba por tornar-se na criança amada e adorável por toda a gente… Desde família.. Creche.. Amigos.. Enfim..
      Penso que o amor e o saber dizer NÃO… é o fundamental na educação!!!! 🙂

    3. Ker ke o seu filho eskreva assim...????,,, diz:

      Lembre-se do mandamento nº 1 (seja O exemplo a seguir). Por isso… não se esqueça de ensinar o seu filho a escrever como você. Por mais certas que sejam as suas ideias, confesso que nem consegui ler até metade do que escreveu, com tanto “k” e tanto “x”… “eskrita” no mínimo arrepiante.

      1. Eu também estava interessada em ler a opinião, que até pode ser bastante interessante, mas também não consegui devido à troca mencionada, que é bastante desmotivante para leitura mais duradora, apenas “aceitável” em sms, para facilitar a escrita nos telemóveis.

    4. Muitos parabens pelo seu triunfo! So espero que nao tenha ensinado os seus filhos a escrever pois se lidar por exemplo, tornou-se uma completa tragedia.
      O portugues deve ser escrito correctamente quando se manifestar em publico. Feres os meus olhos a maneira como escreve.

    5. Parabens!!! nao consegui ler com muita atençao pois ainda nao estou habituada a troca dos C plos K…mas aquilo que faz com muito orgulho so parece ser no fundo uma obrigaçao do seu coraçao …o que acho muito bem ….ser ou mae e igual… antes nao era !!!!! a figura de pai a desaparecer de manha e so voltar a noite …e da mae de volta dos tachos …. ja nao existe !!!! amar um filho transcende o nosso corpo e alma mas nao deve apagar nos como pessoa …educar amar e deixar errar …. cumprimentos para si

    1. Sei saber, eu já faço isto tudo e acredito que muitas vezes me sinto a pior mãe do mundo. Agora estou mais confortada 🙂

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