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	Comentários em: O grito das crianças ou será o grito dos pais?	</title>
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		<title>
		Por: MC		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 11:30:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desculpe ajeitar a sua tradução (abaixo), mas é uma questão de língua portuguesa.
Há casos de «palavras» ou «orações» que  fazem mudar a posição do pronome reflexo. 
Dizem os gramáticos que a posição «normal» do pronome muda: «Nas orações que contêm uma palavra negativa (não, nunca, jamais, ninguém, nada, sem, etc.) quando entre ela e o verbo não há pausa.»
Sei que hoje em dia a linguagem evolui para uma grande flexibilidade, que aceita formas diferentes com facilidade, mas sei que compreende o que digo se lhe der este exemplo (errado, o primeiro): «Amo-te e não vejo-te» / «Amo-te e não te vejo» ou «Amo-te sem ver-te» (menos correcto), mas «Amo-te sem te ver».
(Ah! Importante: na última linha não é «poder», mas «puder».)
Desculpe esta intromissão.
Segue o poema:

“Eu quero amar-te sem te absorver,
Ver-te sem te julgar,
Juntar-me a ti sem te invadir,
Convidar-te mas sem exigir,
Deixar-te ir sem culpa,
Criticar-te sem te ferir e
ajudar-te sem te insultar.
Se eu puder ter o mesmo de ti, então podemos realmente encontrar-nos e beneficiarmo-nos mutuamente.” 
– Virginia Satir]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe ajeitar a sua tradução (abaixo), mas é uma questão de língua portuguesa.<br />
Há casos de «palavras» ou «orações» que  fazem mudar a posição do pronome reflexo.<br />
Dizem os gramáticos que a posição «normal» do pronome muda: «Nas orações que contêm uma palavra negativa (não, nunca, jamais, ninguém, nada, sem, etc.) quando entre ela e o verbo não há pausa.»<br />
Sei que hoje em dia a linguagem evolui para uma grande flexibilidade, que aceita formas diferentes com facilidade, mas sei que compreende o que digo se lhe der este exemplo (errado, o primeiro): «Amo-te e não vejo-te» / «Amo-te e não te vejo» ou «Amo-te sem ver-te» (menos correcto), mas «Amo-te sem te ver».<br />
(Ah! Importante: na última linha não é «poder», mas «puder».)<br />
Desculpe esta intromissão.<br />
Segue o poema:</p>
<p>“Eu quero amar-te sem te absorver,<br />
Ver-te sem te julgar,<br />
Juntar-me a ti sem te invadir,<br />
Convidar-te mas sem exigir,<br />
Deixar-te ir sem culpa,<br />
Criticar-te sem te ferir e<br />
ajudar-te sem te insultar.<br />
Se eu puder ter o mesmo de ti, então podemos realmente encontrar-nos e beneficiarmo-nos mutuamente.”<br />
– Virginia Satir</p>
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