motivar-alunos

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Pistas para motivar os alunos

Pistas para motivar os alunos

“Mas os alunos já devem vir motivados de casa…”
“No meu tempo, não era precisa motivar.”

Quem deseja falar de forma a ser ouvido, tem que estar presente.
Toda a sua alma, todo o seu querer, todos os poros do corpo, devem estar presentes. Presentes naquele momento, naquele lugar. Naquela comunicação.
Os que desejam ter uma plateia atenta, têm que saber do que estão a falar.
Têm que saber tudo sobre tudo, não para se vangloriarem, mas para poderem arranjar pontes entre o que sabem, e o que a plateia precisa saber.

Quais são os gostos daqueles que o estão a ouvir? De que é que eles precisam? O que é que eles já sabem?

Aqueles que falam “mal” da motivação esquecem-se…
Esquecem-se de que nem todos os alunos têm as mesmas famílias empenhadas.
Esquecem-se de que a Escola também existe, para dar a todos a mesma oportunidade.
Esquecem-se de que às vezes, falam “mal” da motivação para mascarar o seu cansaço, a sua falta de paixão, a sua deficiente capacidade para serem empáticos, a sua fraca assertividade…o seu desconhecimento sobre o conceito “assertividade”…

Quem deseja falar para que o ouçam, deve entender algo sobre a diferença. Deve ser tolerante. Justo. Prático. Deve ter valores. Quais são os seus valores? Se não souber encher uma folha com os seus valores, como poderá passar valores para os seus alunos?
Assim que a cabeça voa lá para fora, para outros problemas, os alunos sentem. Assim que estamos presentes os alunos correspondem.
Quando ultrapassamos o cansaço, as injustiças de que a profissão é alvo, quando entendemos que a culpa não é deles, aí motivamos. Damos ferramentas.
E quem diz “no meu tempo não era preciso…” nem merece mais conversa.
É que o seu tempo é AGORA.
É que quem diz “no meu tempo” parece que já morreu.
Ou pior, parece que envelheceu.
Por dentro, claro está!

Estes “tempos de hoje” estão diferentes. Há outros desafios. Quem estiver a fazer frete não vai ser ouvido, quem estiver a falar por falar, está a fazer um mau trabalho.
Mas no fundo, é tudo uma questão de consciência. E de valores.
Quais são mesmo os seus valores?

No Mundo Brilhante conhecemos centenas de excelentes professores! Eles levam, na sombra, tudo para a frente. Eles são pessoas de (e com) valores. A eles, humildemente, dedicamos estas palavras e desejamos força!

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Gosto de iniciativas “sem tretas” e com alma. Como a Up to Kids, por exemplo.

A criação do Mundo Brilhante permite-me visitar escolas de todo o país e provocar os diferentes públicos para poderem melhorar. Agitamos. Queremos deixar marcas.