Doença de Parkinston. Cuidar de quem cuidou de nós “O meu pai começou a ter dificuldades em abotoar os botões da camisa. Quando tentava escrever parecia que a folha não parava quieta. Começou a cair mais vezes e a sentir dificuldades em lavar a louça sem partir nenhum prato. Fiquei preocupada, mas soube que tinha de agir e rapidamente percebemos o que se passava. Foi diagnosticado com Parkinson, uma doença neurodegenerativa que até então não achei que fosse possível o meu pai ter. Ser uma doença neurodegenerativa significa que com o passar do tempo provavelmente ficará pior, para além disso, não tem cura e isso assusta-me, mas não lhe posso dizer”

Doença de Parkinston. Cuidar de quem cuidou de nós

Doença de Parkinston. Cuidar de quem cuidou de nós

“O meu pai começou a ter dificuldades em abotoar os botões da camisa. Quando tentava escrever parecia que a folha não parava quieta. Começou a cair mais vezes e a sentir dificuldades em lavar a louça sem partir nenhum prato. Fiquei preocupada, mas soube que tinha de agir e rapidamente percebemos o que se passava. Foi diagnosticado com Parkinson, uma doença neurodegenerativa que até então não achei que fosse possível o meu pai ter. Ser uma doença neurodegenerativa significa que com o passar do tempo provavelmente ficará pior, para além disso, não tem cura e isso assusta-me, mas não lhe posso dizer”

Há muitas pessoas que se deparam com este panorama e a realidade nem sempre é a mais encorajadora.

Felizmente, e cada vez mais, existem cuidadores formais ou informais, que permitem que a dignidade da pessoa se mantenha e tornem o dia-a-dia dessa pessoa mais fácil.

É importante enquanto cuidador que para além de organizar e vigiar a pessoa, esteja sempre disponível para proporcionar carinho, atenção e sobretudo perceber o que a pessoa está a sentir e como contornar a situação se for menos positiva. Assim, para reforçar o bem-estar físico e socioemocional das pessoas com Doença de Parkinston, queremos deixar algumas dicas para os cuidadores, que por vezes se veem perdidos.

Quanto ao domicílio da pessoa:

– Portas largas e espaços amplos;

– Piso não pode ser escorregadio ou irregular;

– Retirar os tapetes porque a pessoa poderá tropeçar;

– Usar cadeiras com apoios para os braços.

Quanto às roupas e aos produtos que a pessoa utiliza:

– Privilegiar materiais de um material que não se parta;

– Uso de calças de elástico na cintura em vez de botão e fecho;

– Sapatos antiderrapantes e com fecho em velcro, em vez de atacadores.

A nível socioemocional:

– Manter as relações com os amigos;

– Continuar, na medida do possível, com os seus hobbies e atividades que dão prazer;

– Realizar exercício físico.

 

 

Por Carolina Ventura e  Sofia Joanico – Psicomotricistas

No âmbito da educação somos um centro de explicações que se distingue claramente de todos os outros! Pretendemos, não só, formar bons alunos mas também jovens esclarecidos e competentes para tomarem decisões.

Mais do que uma marca associada a um espaço o nome HOW TO é um conceito! Um conceito pedagógico, aliado às tecnologias, que pretende transmitir o valor da aprendizagem e de como ela nos torna pessoa.

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