Alimentar é o amor

Alimentar é o amor em ação

Alimentar é o amor em ação

Alimentar é o amor em ação

Começa na própria gestação, em que o corpo da mãe alimenta de forma mágica o pequeno feto que se desenvolve dentro de si. Desde que está na barriga da mãe, o bebé começa a experimentar alguns sabores, como tal, é de grande importância que a grávida tenha uma alimentação variada, ainda que com os devidos cuidados. Tudo o que acha importante que o seu bebé vá gostar na vida adulta coma durante a sua gravidez.

É sabido, também, que o leite materno é o alimento perfeito para o bebé nos primeiros meses de vida, sob o ponto de vista biológico, económico e emocional. O leite materno tem também a vantagem de modificar o seu sabor consoante a alimentação da mãe, por isso pode moldar os gostos do seu bebé comendo o que deseja que ele se vá habituando a comer.

Fatores como uma boa nutrição, a ingestão de 2 a 3 litros diários de líquidos e repouso (físico e mental) são fundamentais para uma maior quantidade e qualidade de leite. No entanto, se não for possível à mãe dar de mamar ao seu bebé, há que dar-lhe apoio e não o contrário.

alimentar é o amor

Após alguns meses, com a introdução dos primeiros alimentos sólidos, abre-se um mundo de novos sabores e texturas.  E também um desafio enorme na cozinha e nas roupas… É importante que, desde cedo, a criança participe das refeições da família. Ao ver o adulto e os irmãos mais velhos a comer, aprende por imitação a comer  sozinha, além de que se torna comum para ela comer o mesmo que os adultos. Ou seja, o clássico «filme» de comer vegetais será algo perfeitamente natural para a criança. A alimentação, tal como todos os outros aspetos da educação, passa pelo exemplo. Se a família comer saudável o novo bebé também comerá. Por outro lado, o lado social da refeição em família é particularmente precioso. Passar tempo com a família à mesa, poder brincar com os pais enquanto descobre a comida (não necessariamente por esta ordem!), poder falar, rir, simplesmente estar junto… dará à criança uma coesão emocional, uma sensação de pertença. E, como tudo na infância, vai repercutir-se mais tarde nas suas vidas.

Ao mesmo tempo que é uma fonte de crescimento e de prazer, a alimentação pode e deve igualmente ser vista como uma forma de profilaxia no desenvolvimento da criança, evitando a necessidade de medicamentos propriamente ditos.

Como se percebe, a alimentação é algo que vai muito além do aspeto nutricional. Como se costuma dizer, «somos o que comemos». A nossa alimentação reflete a nossa saúde, o nosso estado psicológico, a nossa postura a nível social (adquirida, em parte, pelo estar à mesa em família), e reflete também a nossa própria cultura.  Se pudermos transmitir-lhes o melhor da energia que o planeta oferece, através de uma maior percentagem de produtos biológicos, com vitalidade, e menos quantidade de proteína animal, talvez possamos neutralizar parte da negatividade presente no nosso tempo e no meio ambiente. Os hábitos de amanhã serão, sem dúvida, reflexo da educação de hoje.

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