Top 10 das Coisas absurdas que ainda é preciso dizer século XXI

Top 10 das Coisas absurdas que ainda é preciso dizer século XXI

Top 10 das Coisas absurdas que ainda é preciso dizer século XXI

1. Não se bate nas Crianças.

A sério? Mas há alguém que defenda a punição física? E essas pessoas precisam de um workshop para entenderem que não se bate nas Crianças? Ou as pessoas que vão a esses Workshops já sabem, já o fazem, mas querem mais argumentos para espalhar aos que ainda não sabem? Não se bate nas Crianças. Eu há muito tempo que evoluí para a psicoeducação dos Pais num sentido mais vasto e profundo. Para Pais que estão noutro estádio de evolução. Querem mesmo melhorar e não apenas deixarem de serem maus.

2. Não se deve falar mal da escola em frente às Crianças e Jovens.

A sério? Ainda não entenderam que NUNCA se deve falar mal da Escola em frente aos miúdos? Se há arestas a limar, caros Pais e Encarregados de Educação, marquem uma reunião. Vão à escola.

3. Não se goza com os amigos, principalmente se for uma prática repetida, e/ou a a partir de posição de força.

Temos que chegar aos Pais com conteúdo formativo de qualidade para que sabiam educar para a diferença, para a tolerância. No fundo, temos que ter coragem para dinamizar conteúdo formativo de qualidade, que provoque para que hajam mudanças positivas. Quando vejo bullying, vejo os Pais…

4. Os Pais devem participar na vida Escolar.

Ainda? Quantas mais pandemias, por exemplo, terão de aparecer para valorizarmos (com ações), as coisas mais importantes da vida, como a participação Positiva na vida escolar dos filhos?

5. Um psicólogo pode ajudar.

Ainda recorremos a bruxos, ainda pensamos que os psicólogos resolvem com uma varinha de condão, ainda deixamos para a última da hora. Também os Psicólogos têm que melhorar a sua prática. Devem ser mais presentes, mais pragmáticos, mais corajosos e independentes, mas, no geral, temos que valorizar muito esta profissão.

6. Gostos discutem-se.

A sério? Ficaste no “gostos não se discutem?”. Ai não se discutem? Então vamos conversar sobre o quê? Sobre o clima? Sobre o último programa de televisão da moda? Falemos de gostos, sim. Com elevação. Assumamos os gostos. Gostos discutem-se, sim.

7. Os filhos trazem manual de instruções.

Há quem diga que não… há quem diga que “os filhos não trazem manuais de instruções “. Mas o que é que esta frase ajuda?! Só tira responsabilidade. Há que estudar psicologia do desenvolvimento, há que escutar os pediatras, os médicos e há que escutar os filhos. E aí vão estando instruções, sim.

8. Cada caso é um caso.

É ? Depende. Cada caso é um caso…

9. Faz aos outros o que é melhor para eles.

Ficaste no “Faz aos outros o que gostavas que te fizessem a ti”? Claro que esta é uma das coisas absurdas que ainda temos de dizer às pessoas! Até me posso arrepender do exemplo, mas por favor, não te distraias com o que exemplo, faz uma leitura profunda. Empatia não pode ser uma palavra vã.

Por exemplo: eu gosto de feijoada com muito gindungo. Muito mesmo. Queres que prepare o teu prato da mesma forma? Vamos tentar ver o mundo pelos olhos dos outros e depois agir em conformidade. Não é fazer como gostávamos que nos fizessem.

10. Soltem os adultos.

Não é soltem as Crianças. Os adultos têm, no geral, que se soltar. Soltar das amarras do julgamento. Libertar-se do medo da nódoa de relva. Soltar dos preconceitos. Soltar até, de algum eventual desconforto que esta lista tenha causado.

Assim, as Crianças serão mais felizes.

Mais coisas absurdas que ainda sintam necessidade de dizer às pessoas e que em pleno séc. XXI já não deveria ser preciso?

Gosto de iniciativas “sem tretas” e com alma. Como a Up to Kids, por exemplo.

A criação do Mundo Brilhante permite-me visitar escolas de todo o país e provocar os diferentes públicos para poderem melhorar. Agitamos. Queremos deixar marcas.

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